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domingo, 13 de setembro de 2026

Um Evangelho Único – Capítulo 9



          Muitas outras curas (Mateus 8:16-17; Marcos 1:32-34; Lucas 4:40-41)

          Ao anoitecer, depois do pôr-do-sol, o povo levou a Jesus todos os doentes, os que tinham vários tipos de doenças; e ele curou todos, impondo as mãos sobre cada um deles. E dos endemoninhados, trazidos a ele, ele expulsou os espíritos com uma palavra.

          Toda a cidade se reuniu à porta da casa, e Jesus curou muitos que sofriam de várias doenças. Também expulsou muitos demônios; não permitia, porém, que estes falassem, porque sabiam quem ele era.

          Além disso, de muitas pessoas saíam demônios gritando:

“Tu és o Filho de Deus!”

          Ele, porém, os repreendia e não permitia que falassem, porque sabiam que ele era o Cristo.

          E assim se cumpriu o que fora dito pelo profeta Isaías: “Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças”.

 

          Jesus vai a um lugar deserto para orar (Marcos 1:35-39; Lucas 4:42-44)

          Ao romper do dia, de madrugada, quando ainda estava escuro, Jesus levantou-se, saiu de casa e foi para um lugar deserto, solitário, onde ficou orando. Simão e seus companheiros foram procurá-lo e, ao encontrá-lo, disseram:

          “Todos estão te procurando!”

          Jesus respondeu e disse:

          “Vamos para outro lugar, para os povoados vizinhos, para que também lá eu pregue. Foi para isso que eu vim”.

          As multidões o procuravam e, quando chegaram até onde ele estava, insistiam que não as deixasse.

          Mas ele disse:

          “É necessário que eu pregue as boas novas do Reino de Deus noutras cidades também, porque para isso fui enviado”.

          Então ele percorreu toda a Galileia, e continuava pregando nas sinagogas da Judeia e expulsando os demônios.

 

          A pesca maravilhosa (Mateus 4:18-22; Marcos 1:16-20; Lucas 5:1-11)

          Certo dia Jesus estava andando perto do lago de Genesaré, o mar da Galileia, e uma multidão o comprimia de todos os lados para ouvir a palavra de Deus.

          Viu à beira do lago dois barcos, deixados ali pelos pescadores, que estavam lavando as suas redes.

          Entrou num dos barcos, o que pertencia a Simão, e pediu-lhe que o afastasse um pouco da praia. Então sentou-se, e do barco ensinava o povo.

          Tendo acabado de falar, disse a Simão:

          “Vá para onde as águas são mais fundas”, e a todos: “Lancem as redes para a pesca”.

          Simão respondeu:

          “Mestre, esforçamo-nos a noite inteira e não pegamos nada. Mas, porque és tu quem está dizendo isto, vou lançar as redes”.

          Quando o fizeram, pegaram tal quantidade de peixe que as redes começaram a rasgar-se. Então fizeram sinais a seus companheiros no outro barco, para que viessem ajudá-lo; e eles vieram e encheram ambos os barcos, a ponto de quase começarem a afundar.

          Quando Simão Pedro viu isso, prostrou-se aos pés de Jesus e disse:

          “Afasta-te de mim, Senhor, porque sou um homem pecador!”

          Pois ele e todos os seus companheiros estavam perplexos com a pesca que haviam feito, como também Tiago e João, os filhos de Zebedeu, sócios de Simão.

          Então Jesus disse a Simão:

          “Não tenha medo; de agora em diante você será pescador de homens”.

          Eles então arrastaram seus barcos para a praia, deixaram tudo e o seguiram.

          Um pouco mais adiante, Jesus já houvera visto os outros dois irmãos: Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão. Eles estavam num barco com seu pai, Zebedeu, preparando as suas redes.

          Jesus logo os chamou e disse:

          “Sigam-me, e eu os farei pescadores de homens”.

          E eles, deixando imediatamente os empregados no barco e seu pai Zebedeu, o seguiram.

 

          A cura de um leproso (Mateus 8:1-4; Marcos 1:40-45; Lucas 5:12-16)

          Quando ele desceu do monte, grandes multidões o seguiram.

          Estando Jesus numa das cidades, passou um homem coberto de lepra. Quando viu a Jesus, aproximando-se dele, o leproso prostrou-se com o rosto em terra e adorou-o de joelhos e suplicou-lhe e disse:

          “Senhor, se quiseres, podes purificar-me!”

          Cheio de compaixão, Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse:

          “Quero. Seja purificado!”

          Imediatamente ele foi purificado da lepra e a lepra o deixou. Em seguida Jesus o despediu, com uma severa advertência e lhe ordenou:

          “Olhe, não conte isso a ninguém. Mas vá mostrar-se ao sacerdote e ofereça pela sua purificação os sacrifícios e apresente a oferta que Moisés ordenou, para que sirva de testemunho”.

          Ele, porém, saiu e começou a tornar público o fato, espalhando a notícia.

          As notícias a respeito dele se espalhavam ainda mais, de forma que multidões vinham para ouvi-lo e para serem curadas de suas doenças.

          Por isso Jesus não podia mais entrar publicamente em nenhuma cidade, mas ficava fora, retirava-se para lugares solitários e orava. Todavia, assim mesmo vinha a ele gente de todas as partes.


(uma livre adaptação, usando como base os textos da tradução bíblica NVI – Nova Versão Internacional)

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