A circuncisão
de Jesus (Lucas 2:21)
Completando-se
os oito dias para a circuncisão do menino, foi-lhe posto o nome de Jesus, o
qual lhe tinha sido dado pelo anjo antes de ele nascer.
A apresentação
de Jesus no templo (Lucas 2:22-24)
Completando-se
o tempo da purificação deles, de acordo com a Lei de Moisés, José e Maria o
levaram a Jerusalém para apresentá-lo ao Senhor (como está escrito na Lei do
Senhor: “Todo primogênito do sexo masculino será consagrado ao Senhor”) e para
oferecer um sacrifício, de acordo com o que diz a Lei do Senhor: “duas rolinhas
ou dois pombinhos”.
O cântico de
Simeão (Lucas 2:25-35)
Havia
em Jerusalém um homem chamado Simeão, que era justo e piedoso, e que esperava a
consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele. Fora-lhe revelado
pelo Espírito Santo que ele não morreria antes de ver o Cristo do Senhor. Movido
pelo Espírito, ele foi ao templo.
Quando
os pais trouxeram o menino Jesus para lhe fazer conforme requeria o costume da Lei,
Simeão o tomou nos braços e louvou a Deus, dizendo:
“Ó
Soberano, como prometeste, agora podes despedir em paz o teu servo. Pois os
meus olhos já viram a tua salvação, que preparaste à vista de todos os povos: luz
para revelação aos gentios e para a glória de Israel, teu povo”.
O
pai e a mãe do menino estavam admirados com o que fora dito a respeito dele.
E
Simeão os abençoou e disse a Maria, mãe de Jesus:
“Este
menino está destinado a causar a queda e o soerguimento de muitos em Israel, e
a ser um sinal de contradição, de modo que o pensamento de muitos corações será
revelado. Quanto a você, uma espada atravessará a sua alma”.
A profetisa Ana
(Lucas 2:36-38)
Estava
ali a profetisa Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Era muito idosa; havia
vivido com seu marido sete anos depois de se casar e então permanecera viúva
até a idade de oitenta e quatro anos. Nunca deixava o templo: adorava a Deus
jejuando e orando dia e noite.
Tendo
chegado ali naquele exato momento, deu graças a Deus e falava a respeito do
menino a todos os que esperavam a redenção de Jerusalém.
A fuga para o
Egito (Mateus 2:13-15)
Depois
que partiram, um anjo do Senhor apareceu a José em sonho e disse-lhe:
“Levante-se,
tome o menino e sua mãe, e fuja para o Egito. Fique lá até que eu lhe diga,
pois Herodes vai procurar o menino para matá-lo”.
Então
ele se levantou, tomou o menino e sua mãe durante a noite, e partiu para o Egito,
onde ficou até a morte de Herodes. E assim se cumpriu o que o Senhor tinha dito
pelo profeta: “Do Egito chamei o meu filho”.
A matança dos
inocentes (Mateus 2:16-18)
Quando
Herodes percebeu que havia sido enganado pelos magos, ficou furioso e ordenou
que matassem todos os meninos de dois anos para baixo, em Belém e nas proximidades,
de acordo com a informação que havia obtido dos magos.
Então
se cumpriu o que fora dito pelo profeta Jeremias: “Ouviu-se uma voz em Ramá,
choro e grande lamentação; é Raquel que chora por seus filhos e recusa ser consolada,
porque já não existem”.
A volta do
Egito (Mateus 2:19-23)
Depois
que Herodes morreu, um anjo do Senhor apareceu em sonho a José, no Egito, e
disse:
“Levante-se,
tome o menino e sua mãe, e vá para a terra de Israel, pois estão mortos os que
procuravam tirar a vida do menino”.
Ele
se levantou, tomou o menino e sua mãe, e foi para a terra de Israel.
Mas,
ao ouvir que Arquelau estava reinando na Judeia em lugar de seu pai Herodes,
teve medo de ir para lá. Tendo sido avisado em sonho, retirou-se para a região da
Galileia e foi viver numa cidade chamada Nazaré. Assim cumpriu-se o que fora
dito pelos profetas: “Ele será chamado Nazareno”.
O menino Jesus
em Nazaré (Lucas 2:39-40)
Depois
de terem feito tudo o que era exigido pela Lei do Senhor, voltaram para a sua
própria cidade, Nazaré, na Galileia.
O
menino crescia e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria; e a graça de Deus estava
sobre ele.
O menino Jesus
no meio dos doutores (Lucas 2:41-52)
Todos
os anos seus pais iam a Jerusalém para a festa da Páscoa. Quando ele completou
doze anos de idade, eles subiram à festa, conforme o costume.
Terminada
a festa, voltando seus pais para casa, o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem
que eles percebessem. Pensando que ele estava entre os companheiros de viagem,
caminharam o dia todo. Então começaram a procurá-lo entre os seus parentes e conhecidos.
Não o encontrando, voltaram a Jerusalém para procurá-lo.
Depois
de três dias o encontraram no templo, sentado entre os mestres, ouvindo-os e
fazendo-lhes perguntas. Todos os que o ouviam ficavam maravilhados com o seu entendimento
e com as suas respostas.
Quando
seus pais o viram, ficaram perplexos. Sua mãe lhe disse:
“Filho,
por que você nos fez isto? Seu pai e eu estávamos aflitos, à sua procura”.
Ele
perguntou:
“Por
que vocês estavam me procurando? Não sabiam que eu devia estar na casa de meu
Pai?”
Mas
eles não compreenderam o que lhes dizia.
Então
foi com eles para Nazaré, e era-lhes obediente. Sua mãe, porém, guardava todas
essas coisas em seu coração.
Jesus
ia crescendo em sabedoria, estatura e graça diante de Deus e dos homens.
(uma livre adaptação, usando como base os textos da tradução bíblica NVI – Nova Versão Internacional)





