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domingo, 21 de junho de 2026

Um Evangelho Único – Capítulo 3



          A circuncisão de Jesus (Lucas 2:21)

          Completando-se os oito dias para a circuncisão do menino, foi-lhe posto o nome de Jesus, o qual lhe tinha sido dado pelo anjo antes de ele nascer.

 

          A apresentação de Jesus no templo (Lucas 2:22-24)

          Completando-se o tempo da purificação deles, de acordo com a Lei de Moisés, José e Maria o levaram a Jerusalém para apresentá-lo ao Senhor (como está escrito na Lei do Senhor: “Todo primogênito do sexo masculino será consagrado ao Senhor”) e para oferecer um sacrifício, de acordo com o que diz a Lei do Senhor: “duas rolinhas ou dois pombinhos”.

 

          O cântico de Simeão (Lucas 2:25-35)

          Havia em Jerusalém um homem chamado Simeão, que era justo e piedoso, e que esperava a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele. Fora-lhe revelado pelo Espírito Santo que ele não morreria antes de ver o Cristo do Senhor. Movido pelo Espírito, ele foi ao templo.

          Quando os pais trouxeram o menino Jesus para lhe fazer conforme requeria o costume da Lei, Simeão o tomou nos braços e louvou a Deus, dizendo:

          “Ó Soberano, como prometeste, agora podes despedir em paz o teu servo. Pois os meus olhos já viram a tua salvação, que preparaste à vista de todos os povos: luz para revelação aos gentios e para a glória de Israel, teu povo”.

          O pai e a mãe do menino estavam admirados com o que fora dito a respeito dele.

          E Simeão os abençoou e disse a Maria, mãe de Jesus:

          “Este menino está destinado a causar a queda e o soerguimento de muitos em Israel, e a ser um sinal de contradição, de modo que o pensamento de muitos corações será revelado. Quanto a você, uma espada atravessará a sua alma”.


          A profetisa Ana (Lucas 2:36-38)

          Estava ali a profetisa Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Era muito idosa; havia vivido com seu marido sete anos depois de se casar e então permanecera viúva até a idade de oitenta e quatro anos. Nunca deixava o templo: adorava a Deus jejuando e orando dia e noite.

          Tendo chegado ali naquele exato momento, deu graças a Deus e falava a respeito do menino a todos os que esperavam a redenção de Jerusalém.

 

          A fuga para o Egito (Mateus 2:13-15)

          Depois que partiram, um anjo do Senhor apareceu a José em sonho e disse-lhe:

          “Levante-se, tome o menino e sua mãe, e fuja para o Egito. Fique lá até que eu lhe diga, pois Herodes vai procurar o menino para matá-lo”.

          Então ele se levantou, tomou o menino e sua mãe durante a noite, e partiu para o Egito, onde ficou até a morte de Herodes. E assim se cumpriu o que o Senhor tinha dito pelo profeta: “Do Egito chamei o meu filho”.

 

          A matança dos inocentes (Mateus 2:16-18)

          Quando Herodes percebeu que havia sido enganado pelos magos, ficou furioso e ordenou que matassem todos os meninos de dois anos para baixo, em Belém e nas proximidades, de acordo com a informação que havia obtido dos magos.

          Então se cumpriu o que fora dito pelo profeta Jeremias: “Ouviu-se uma voz em Ramá, choro e grande lamentação; é Raquel que chora por seus filhos e recusa ser consolada, porque já não existem”.

 

          A volta do Egito (Mateus 2:19-23)

          Depois que Herodes morreu, um anjo do Senhor apareceu em sonho a José, no Egito, e disse:

          “Levante-se, tome o menino e sua mãe, e vá para a terra de Israel, pois estão mortos os que procuravam tirar a vida do menino”.

          Ele se levantou, tomou o menino e sua mãe, e foi para a terra de Israel.

          Mas, ao ouvir que Arquelau estava reinando na Judeia em lugar de seu pai Herodes, teve medo de ir para lá. Tendo sido avisado em sonho, retirou-se para a região da Galileia e foi viver numa cidade chamada Nazaré. Assim cumpriu-se o que fora dito pelos profetas: “Ele será chamado Nazareno”.

 

          O menino Jesus em Nazaré (Lucas 2:39-40)

          Depois de terem feito tudo o que era exigido pela Lei do Senhor, voltaram para a sua própria cidade, Nazaré, na Galileia.

          O menino crescia e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele.

 

          O menino Jesus no meio dos doutores (Lucas 2:41-52)

          Todos os anos seus pais iam a Jerusalém para a festa da Páscoa. Quando ele completou doze anos de idade, eles subiram à festa, conforme o costume.

          Terminada a festa, voltando seus pais para casa, o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que eles percebessem. Pensando que ele estava entre os companheiros de viagem, caminharam o dia todo. Então começaram a procurá-lo entre os seus parentes e conhecidos. Não o encontrando, voltaram a Jerusalém para procurá-lo.

          Depois de três dias o encontraram no templo, sentado entre os mestres, ouvindo-os e fazendo-lhes perguntas. Todos os que o ouviam ficavam maravilhados com o seu entendimento e com as suas respostas.

          Quando seus pais o viram, ficaram perplexos. Sua mãe lhe disse:

          “Filho, por que você nos fez isto? Seu pai e eu estávamos aflitos, à sua procura”.

          Ele perguntou:

          “Por que vocês estavam me procurando? Não sabiam que eu devia estar na casa de meu Pai?”

          Mas eles não compreenderam o que lhes dizia.

          Então foi com eles para Nazaré, e era-lhes obediente. Sua mãe, porém, guardava todas essas coisas em seu coração.

          Jesus ia crescendo em sabedoria, estatura e graça diante de Deus e dos homens.


(uma livre adaptação, usando como base os textos da tradução bíblica NVI – Nova Versão Internacional)

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